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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Amy Jade Whinehouse: a decadência


Quem não sabe quem ela é? Aliás, é impossivel não saber, todos os dias ouvimos uma notícia qualquer sobre Amy Whinehouse, e quase nunca pelas melhores razões...
Mas nem sempre Amy foi assim, viciada em estupefacientes e em álcool, com a vida por um fio e agarrada a um homem que parece só lhe ter trazido dissabores, o que só ela parece não ver.

Também, quem somos para criticar tamanha decadência, de uma pessoa que tinha tudo para ser um dos grandes sucessos musicais contemporâneos da Europa e não só? Apenas condeno o facto de que ao ser um ídolo para tanta gente, jovens inclusivé, não será ela um péssimo exemplo? Temos tantos exemplos na história, como Kurt Kobain, um mito que marcou uma geração mas que acabou por ser derrotado pelos mesmos motivos que estão a abalar Amy. Faz-me mesmo imensa confusão que uma jovem de 24 anos, bonita, talentosa e sobretudo com o vozeirão daqueles se deixe abater assim.

Já repararam que há poucos anos atrás (1ª imagem) poucos eram os que tinham ouvido falar dela, mas depois do álbum Back to Black e do seu problema com a droga, não há imprensa sensacionalista que não "ganhe dinheiro" às suas custas, o que, por outro lado, também a tornou bastante conhecida, fazendo-a ganhar também com isso... enfim, um pau de dois bicos como se custuma dizer.. acho que só não era necessário sê-lo pela via que foi, pelos escândalos, más actuações em palco, etc.

Já quase toda a gente deve ter recebido um e-mail que anda aí a circular de como Whinehouse era há uns anos atrás e como é agora; eu própria já recebi o mesmo mail 3 vezes! Foi por isso que decidi escrever este post, para todos reflectirmos um pouco, apesar de que as próprias imagens são um excelente pretexto para tal e já o velho cliché nos diz que "uma imagem vale mais do que mil palavras". Para quem ainda não tinha visto, espero que não fiquem chocados (o que acho inevitável) e espero pelo vosso comentário à questão; para quem já tinha visto e tenha até mesmo uma opinião formada em relação a este assunto e à própria cantora de "Rehab", faça de sua justiça também, pois temos de admitir que sim, é um assunto polémico e deve ser discutido.

"I told you, I was trouble, You Know...there I'm no good." By A. W.
O mail conta um pouco da vida da cantora e mostra a sua evolução física (e até psicológica) através das imagens; o texto começa assim: "Amy Winehouse nasceu numa área suburbana de Southgate, Londres, numa família judia de quatro elementos com tradição musical ligada ao jazz. Seu pai, Mitchell Winehouse, era motorista de táxi e sua mãe, Janis, farmacêutica. Amy tem ainda um irmão mais velho, Alex Winehouse.
Cresceu no subúrbio de Southgate e fez os estudos na instituição de ensino Ashmole School. Por volta dos dez anos, Winehouse funda uma banda amadora - e de curta vida útil - de rap chamada "Sweet 'n' Sour, as Sour". Ela descreveu a banda como sendo "the little white Jewish Salt 'n' Pepa" ("a pequena Salt 'n' Pepa judaica")."
Se alguém ainda não viu e estiver interessado pode pedir-me que eu envio, além disso aqui apenas estão algumas das imagens do mail.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

"Arte Sonora"

A "Arte Sonora" é a nova revista mensal inteiramente dedicada à música cujo n.º 1 foi lançado em Março, indo já para n.º 6 de Agosto.

O que mais distingue esta de outras revistas da área é o facto de ter também uma vertente mais prática aliada à vertente informativa, com reportagens e entrevistas com músicos, bandas, etc., artigos sobre os espectáculos ao vivo, etc. E o que é essa vertente prática da revista, perguntam? Passo então a explicar: trata-se de um espaço em que a revista apresenta dicas sobre diverso material e a sua utilização (dadas pelos colaboradores da revista ou por músicos e técnicos); são artigos sobre técnicas de captação de bateria, tutoriais de software, dicas sobre estúdios e material de gravação e vários outros conceitos que nos são ensinados. Além disso, ao fazer-se entrevistas e reportagens com bandas, a revista aproveita para explorar essa vertente também com eles ao tentar conhecer o material usado, sendo a escolha explicada pelos próprios músicos, ou no caso de entrevistas em estúdios, onde os produtores e técnicos de som falam da sua experiência profissional nesse âmbito.

E é por isso que esta é uma revista que se adequa a um público-alvo muito heterógeneo, isto é, tanto a pessoas que gostam de música e querem saber mais sobre as bandas ou os concertos, etc., como para aqueles experts que se dediquem ou tentem dedicar de forma mais profissional à música (produtores, entre outros) ou até mesmo para músicos e bandas que estejam agora a começar (ou não) e leiam sobre dicas relativas a instrumentos musicais, estúdios de gravação (o crescente mercado dos home studios), enfim... um lado mais técnico.

A revista existe ainda em formato online (basta clicares aqui). Podes também assiná-la, publicar os teus classificados (compra/venda), etc. A distribuição é feita sobretudo para as grandes metrópoles (Lisboa, Porto, etc.) e também Algarve. O preço é de 4,50€.